Bem preparados

O desempenho do Renner no início do Campeonato Citadino de 1954 deixou claro que o time estava no auge do seu preparo físico, técnico e tático. Após vencer as três primeiras partidas, contra Aimoré, Flamengo (atual Caxias) e Floriano (atual Novo Hamburgo), a equipe chegou embalada para enfrentar o esquadrão do Força e Luz noContinuar lendo “Bem preparados”

G. E. Renner no Norte-Nordeste

O último jogo do Renner no campeonato citadino de Porto Alegre de 1953 ocorreu em um sábado do final do mês de outubro. A vitória de 5 a 2 sobre o Nacional, triunfo que garantiu o vice-campeonato para o time rennista, no entanto, não foi a última partida disputada naquele ano. O motivo do adiamentoContinuar lendo “G. E. Renner no Norte-Nordeste”

3 vezes vice

O entrosamento da equipe do Grêmio Esportivo Renner estava no auge no ano de 1953. O time se postava em campo com altivez, os jogadores já sabiam onde seus companheiros se encontravam no gramado, os gols ocorriam com naturalidade. A harmonia existente entre os atletas era tanta que a bola parecia treinada para encontrar asContinuar lendo “3 vezes vice”

Banho de bola

O jogo marcado para o dia 07 de junho de 1953 no Estádio da Baixada se mostrava absolutamente parelho. De um lado, estava a tradicional equipe do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense e, de outro, o meteórico Grêmio Esportivo Renner. Entre os destaques da equipe gremista, fundada em 1903, estava a grande contratação do ano anterior,Continuar lendo “Banho de bola”

Quase lá!

O desempenho do Renner no campeonato citadino de Porto Alegre de 1952 foi exemplar. Com apenas uma derrota durante toda a competição, faltou pouco para o onze Rennista conquistar o título inédito. Não fosse o empate do 2º turno contra o time do Internacional em 1 a 1, o troféu teria ido para o EstádioContinuar lendo “Quase lá!”

Um sururu daqueles

1952 começou em grande estilo para o Renner. Para os dias 04 e 07 de fevereiro foram agendadas partidas amistosas contra dois tradicionais times argentinos: o Club Ferro Carril Oeste e o Club Atlético Chacarita Juniors. A primeira partida foi marcada pelo equilíbrio técnico. Mesmo assim, o Renner encontrou o gol que decretou a derrotaContinuar lendo “Um sururu daqueles”

Máquina de fazer gols

A equipe do Renner iniciou o ano de 1951 com a disputa do chamado “Torneio Extra”. O regulamento dessa competição previa que as sete agremiações participantes se enfrentariam em turno e returno. A fórmula do torneio previa ainda que os jogos da primeira fase seriam disputados em campo neutro, e que as partidas do returnoContinuar lendo “Máquina de fazer gols”

Um esquema arrojado

O estilo de liderança de Selviro Rodrigues passou a valer assim que ele assumiu o comando da equipe do Renner. Em parceria com o preparador físico João Calleya, Selviro conduzia os atletas aos seus limites, sempre buscando resistência, velocidade e força. Como resultado, o que se via em campo era um time que voava oContinuar lendo “Um esquema arrojado”

Reforços na comissão técnica

O ano de 1950 começou com novidades no Grêmio Esportivo Renner. Mário Azevedo, o visionário Presidente recém reeleito, passou a buscar outros profissionais para auxiliar no preparo físico e técnico dos atletas do clube. Entre eles, o dirigente encontrou o Professor Selviro Rodrigues. Selviro era preparador físico e auxiliar de Otto Pedro Bumbel, então treinadorContinuar lendo “Reforços na comissão técnica”

Uma seleção no Tiradentes

O último jogo de 1949 marcou a despedida de Gradim como treinador do Renner. Atuando em casa, o time dos industriários recebeu em seu estádio a extraordinária equipe montada pelo Club de Regatas Vasco da Gama. As credenciais impostas ao “Expresso da Vitória” eram as melhores: recém campeão invicto do campeonato carioca, com 18 vitórias,Continuar lendo “Uma seleção no Tiradentes”