O Botafogo anulado

Em uma fria noite de 29 de abril de 1958, a equipe do G. E. Renner foi ao Estádio dos Eucaliptos enfrentar o time do Botafogo (RJ). A partida fazia parte do Festival Colorado de Futebol, torneio organizado para comemorar o aniversário de 49 anos do Internacional. Mesmo sendo um confronto festivo, Selviro Rodrigues preparouContinuar lendo “O Botafogo anulado”

Ênio, o gênio

Ênio Andrade nasceu em Porto Alegre no dia 31 de janeiro de 1928. Como muitos de sua geração, começou a jogar futebol na várzea, com a camiseta do Marquês do Alegrete. Suas primeiras oportunidades entre os profissionais foram no São José e no Internacional. Em 1951, Ênio foi contratado pelo G. E. Renner, time emContinuar lendo “Ênio, o gênio”

Os fantasmas da área

Luiz Fernando da Luz iniciou sua carreira no futebol nas divisões de base do G. E. Renner. Sempre disciplinado, o jovem zagueiro não demorou para ser notado entre a garotada. Fez sua estreia entre os profissionais em 1957, ano em que foi alçada uma série de garotos para o time principal. Nessa época, a torcida,Continuar lendo “Os fantasmas da área”

A despedida de Ênio Andrade

No dia 28 de março de 1958, Ênio Andrade se despediu da camiseta do Grêmio Esportivo Renner. Naquela noite de sexta-feira, o público presente foi enorme, centenas de torcedores foram ao Estádio Tiradentes prestigiar o confronto entre o time dos industriários e a equipe de futebol da Sociedade Esportiva Palmeiras. Antes do confronto, a solenidade:Continuar lendo “A despedida de Ênio Andrade”

Os 3 mosqueteiros

Orlando, Valdir e Paulistinha formaram o melhor conjunto de defesa já visto nas dependências do G. E. Renner. O êxito do trio teve origem nos gramados do Grêmio Foot-ball Porto Alegrense, esquadrão que Paulistinha e Orlando defenderam antes de serem contratados pelo time dos industriários. No time gremista, a dupla de zaga já se mostravaContinuar lendo “Os 3 mosqueteiros”

Carlos Augusto Homrich, o Carlitos

Carlitos iniciou sua carreira no Gaúcho, de Passo Fundo, onde foi campeão citadino em 1948 e 1949. Em 1950, aos 19 anos, ainda com idade para jogar no time juvenil, Carlitos estreou no time profissional do G. E. Renner como meia direita ponta de lança. Com extrema habilidade, o craque se adaptava em todas asContinuar lendo “Carlos Augusto Homrich, o Carlitos”

Trabalho reconhecido

16 de dezembro de 1956 foi um dos dias mais felizes da curta trajetória do G. E. Renner. Após conquistar o campeonato de juvenis pela manhã, o time dos industriários conquistou também o campeonato de aspirantes no início da tarde. As duas conquistas alçaram o clube do 4º distrito a um outro patamar no cenárioContinuar lendo “Trabalho reconhecido”

Novidade rennista

Os campeonatos que o G. E. Renner disputava estavam absolutamente acirrados quando a diretoria do clube decidiu investir em um novo espaço para concentração. A intenção era que o clube disponibilizasse aos jogadores uma sede própria e adequada para hospedar atletas. Afinal, belicosos confrontos se alinhavam no horizonte rennista e estar devidamente preparado era fundamentalContinuar lendo “Novidade rennista”

O colecionador de títulos

A habilidade com a perna direita e a visão de jogo, considerada genial, foram os aspectos que levaram Ênio Andrade a ser considerado um dos maiores destaques da história do G. E. Renner. Na bola parada, em pênaltis, faltas ou escanteios, o gol era quase certo. Ênio colocava a bola aonde ele queria. Com tamanhaContinuar lendo “O colecionador de títulos”

Ênio Andrade, o estrategista

O G. E. Renner foi o celeiro de uma série de craques. Um dos mais célebres foi Ênio Andrade, aquele mesmo que posteriormente se tornou um dos treinadores mais vitoriosos do Brasil. Ênio, assim como muitos gênios da bola, iniciou sua trajetória no futebol amador. A camisa do Marquês do Alegrete Futebol Clube foi aContinuar lendo “Ênio Andrade, o estrategista”