O encontro de Zé e Valdir

Nem todas as modalidades esportivas foram Não encerradas em março de 1959 no G. E. Renner . Ao contrário do futebol de campo, o futsal, o vôlei e o basquete continuaram a pleno vapor nas dependências dos industriários. No futsal, um dos maiores destaques era José Álvaro Dutra Pretz, o Zé Pretz, o melhor jogadorContinuar lendo “O encontro de Zé e Valdir”

Trabalho e glória

Os jogadores do G. E. Renner, além de competir pelo time dos industriários, também exerciam diferentes atividades dentro da Indústria A. J. Renner & Cia. Mesmo nas vésperas de jogos, os jogadores não deixavam de registrar seus cartões-ponto e desempenhar suas funções. Era uma rotina dupla e corrida para os atletas. Em 17 de dezembroContinuar lendo “Trabalho e glória”

Ataque fantástico

O ataque da equipe do G. E. Renner era um dos grandes diferenciais da equipe. Com preparação física e treinamento tático apurados, os resultados em campo refletiam o entrosamento que existia entre os jogadores. Foram seguidas temporadas com praticamente o mesmo plantel. E, não por acaso, foram os anos dourados do time dos industriários. AContinuar lendo “Ataque fantástico”

Traje Renner

A excursão da equipe do G. E. Renner ao Norte/Nordeste no final do ano de 1953 foi absolutamente exitosa. Sob o ponto de vista desportivo, o time retornou da viagem com 7 vitórias, 3 empates e 4 derrotas. Sob a ótica comercial, os resultados foram imensuráveis. Com a passagem por Belém, São Luiz, Fortaleza, RecifeContinuar lendo “Traje Renner”

A máquina

O ano de 1953 foi um dos mais espetaculares da história do G. E. Renner. Os atletas estavam no auge de sua forma física e o desempenho técnico dos jogadores em campo era exemplar. Os três vice-campeonatos conquistados pelos seus esquadrões, nas categorias em que participou do campeonato citadino (juvenis, aspirantes e profissionais), foram aContinuar lendo “A máquina”

Paulistinha

Carlos Bermudez Guedes, o Paulistinha, por incrível que pareça, não nasceu em São Paulo. Paulistinha nasceu em Florianópolis em 23 de novembro de 1931, mesmo dia, mês e ano em que nasceu o lendário goleiro Valdir de Morais. Por obra do destino, tanto Paulistinha, quanto Valdir de Morais e Breno Mello, três dos maiores craquesContinuar lendo “Paulistinha”

Suspense nos Eucaliptos

A penúltima partida do campeonato citadino de Porto Alegre de 1952 tinha ares de decisão para as equipes do G. E. Renner e do S. C. Internacional. Apenas um ponto separava os times na tabela de classificação. A vantagem era do esquadrão colorado, que poderia conquistar o campeonato caso vencesse o time dos industriários naquelaContinuar lendo “Suspense nos Eucaliptos”

Hotel Cassino

Os períodos de concentração da equipe do Renner no descentralizado bairro Belém Novo visavam aumentar o contato com a natureza e também os momentos de lazer do esquadrão de industriários. A sede era o Hotel Cassino, elegante hospedagem que, em suas propagandas, se vangloriava por dispor de “38 quartos, amplo salão de refeições, hall elegante,Continuar lendo “Hotel Cassino”

Outras modalidades

Além do futebol, o G. E. Renner também ofertava aos industriários e à população do 4º distrito a oportunidade de praticar outros esportes olímpicos, como o basquete, o vôlei e o atletismo. A inspiração era a expressão latina “mens sana in corpore sano”, a qual valorizava a importância de se ter uma mente sã emContinuar lendo “Outras modalidades”

A precisão de Orlando

Orlando Rosa Romagna foi um dos mais habilidosos zagueiros centrais que o Rio Grande do Sul já viu em campo. Nascido em 1932, na cidade de Júlio de Castilhos, Orlando se destacou desde que começou a atuar pelo time do Grêmio. Depois de passar pelas equipes infantil e juvenil, e ser alçado ao esquadrão profissionalContinuar lendo “A precisão de Orlando”