“Em cada torcedor há sempre um grande desejo de saber de onde vieram os seus ídolos ou os craques de outros Estados, como surgiram, que caminhos percorreram, no vasto mundo esportivo do Brasil até chegarem à sua atual situação, e um não menor desejo de tê-los diante dos olhos com as cores do clube aContinuar lendo “Craques dos gramados”
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Incerteza e destino
Mário Azevedo era o Presidente do G. E. Renner quando o clube foi extinto, em 12 de março de 1959. Dias depois, ainda acometido pela emoção, Mário concedeu uma entrevista ao jornal Folha Esportiva, evidenciando todas as suas tristezas e incertezas. Entre outras declarações, o Presidente assim se manifestou: “Estou desiludido. Tanto trabalho, tanto esforço,Continuar lendo “Incerteza e destino”
Últimas paradas
O campeonato metropolitano de Porto Alegre de 1958 foi tão longo que, em uma das brechas na agenda de confrontos do G. E. Renner, o time foi a Montevideo realizar um amistoso contra o Nacional. A partida, realizada em 18 de janeiro de 1959, no Estádio Centenário, marcou a segunda derrota rennista para o esquadrãoContinuar lendo “Últimas paradas”
Ídolos do futebol
“Ídolos do futebol brasileiro” foi um álbum lançado pela Casa Editora Vecchi em 1956. Nessa coleção, além dos atletas do G. E. Renner, também estavam presentes craques como Gilmar (Corinthians), Nilton Santos (Botafogo), Garrincha (Botafogo), Djalma Santos (Portuguesa), Jair Rosa Pinto (Palmeiras) e Ademir de Menezes (Vasco). Nesse álbum, a figurinha de cada jogador eraContinuar lendo “Ídolos do futebol”
Tríplice vitória
O dia 24 de agosto de 1958 foi um dos mais felizes da curta trajetória do time dos industriários. Pela manhã, o time juvenil do G. E. Renner derrotou o esquadrão juvenil do Internacional em pleno Estádio dos Eucaliptos. A vitória por 2 a 1, em pleno gramado adversário, animou os esquadrões de aspirantes eContinuar lendo “Tríplice vitória”
O Botafogo anulado
Em uma fria noite de 29 de abril de 1958, a equipe do G. E. Renner foi ao Estádio dos Eucaliptos enfrentar o time do Botafogo (RJ). A partida fazia parte do Festival Colorado de Futebol, torneio organizado para comemorar o aniversário de 49 anos do Internacional. Mesmo sendo um confronto festivo, Selviro Rodrigues preparouContinuar lendo “O Botafogo anulado”
Ênio, o gênio
Ênio Andrade nasceu em Porto Alegre no dia 31 de janeiro de 1928. Como muitos de sua geração, começou a jogar futebol na várzea, com a camiseta do Marquês do Alegrete. Suas primeiras oportunidades entre os profissionais foram no São José e no Internacional. Em 1951, Ênio foi contratado pelo G. E. Renner, time emContinuar lendo “Ênio, o gênio”
Os fantasmas da área
Luiz Fernando da Luz iniciou sua carreira no futebol nas divisões de base do G. E. Renner. Sempre disciplinado, o jovem zagueiro não demorou para ser notado entre a garotada. Fez sua estreia entre os profissionais em 1957, ano em que foi alçada uma série de garotos para o time principal. Nessa época, a torcida,Continuar lendo “Os fantasmas da área”
Os 3 mosqueteiros
Orlando, Valdir e Paulistinha formaram o melhor conjunto de defesa já visto nas dependências do G. E. Renner. O êxito do trio teve origem nos gramados do Grêmio Foot-ball Porto Alegrense, esquadrão que Paulistinha e Orlando defenderam antes de serem contratados pelo time dos industriários. No time gremista, a dupla de zaga já se mostravaContinuar lendo “Os 3 mosqueteiros”
Carlos Augusto Homrich, o Carlitos
Carlitos iniciou sua carreira no Gaúcho, de Passo Fundo, onde foi campeão citadino em 1948 e 1949. Em 1950, aos 19 anos, ainda com idade para jogar no time juvenil, Carlitos estreou no time profissional do G. E. Renner como meia direita ponta de lança. Com extrema habilidade, o craque se adaptava em todas asContinuar lendo “Carlos Augusto Homrich, o Carlitos”