Órfãos da arquibancada

Em maio de 2007, o G. E. Renner foi assunto na edição nacional do Globo Esporte. Na série “Órfãos da arquibancada”, apresentada por Tino Marcos, foram apresentados os feitos e os maiores destaques do time dos industriários. Os craques Ênio Andrade, Valdir de Morais e Breno Mello foram lembrados pelas suas trajetórias. Raul Kinnemann, SérgioContinuar lendo “Órfãos da arquibancada”

O Botafogo anulado

Em uma fria noite de 29 de abril de 1958, a equipe do G. E. Renner foi ao Estádio dos Eucaliptos enfrentar o time do Botafogo (RJ). A partida fazia parte do Festival Colorado de Futebol, torneio organizado para comemorar o aniversário de 49 anos do Internacional. Mesmo sendo um confronto festivo, Selviro Rodrigues preparouContinuar lendo “O Botafogo anulado”

Ênio, o gênio

Ênio Andrade nasceu em Porto Alegre no dia 31 de janeiro de 1928. Como muitos de sua geração, começou a jogar futebol na várzea, com a camiseta do Marquês do Alegrete. Suas primeiras oportunidades entre os profissionais foram no São José e no Internacional. Em 1951, Ênio foi contratado pelo G. E. Renner, time emContinuar lendo “Ênio, o gênio”

Os fantasmas da área

Luiz Fernando da Luz iniciou sua carreira no futebol nas divisões de base do G. E. Renner. Sempre disciplinado, o jovem zagueiro não demorou para ser notado entre a garotada. Fez sua estreia entre os profissionais em 1957, ano em que foi alçada uma série de garotos para o time principal. Nessa época, a torcida,Continuar lendo “Os fantasmas da área”

A despedida de Ênio Andrade

No dia 28 de março de 1958, Ênio Andrade se despediu da camiseta do Grêmio Esportivo Renner. Naquela noite de sexta-feira, o público presente foi enorme, centenas de torcedores foram ao Estádio Tiradentes prestigiar o confronto entre o time dos industriários e a equipe de futebol da Sociedade Esportiva Palmeiras. Antes do confronto, a solenidade:Continuar lendo “A despedida de Ênio Andrade”

Os 3 mosqueteiros

Orlando, Valdir e Paulistinha formaram o melhor conjunto de defesa já visto nas dependências do G. E. Renner. O êxito do trio teve origem nos gramados do Grêmio Foot-ball Porto Alegrense, esquadrão que Paulistinha e Orlando defenderam antes de serem contratados pelo time dos industriários. No time gremista, a dupla de zaga já se mostravaContinuar lendo “Os 3 mosqueteiros”

Carlos Augusto Homrich, o Carlitos

Carlitos iniciou sua carreira no Gaúcho, de Passo Fundo, onde foi campeão citadino em 1948 e 1949. Em 1950, aos 19 anos, ainda com idade para jogar no time juvenil, Carlitos estreou no time profissional do G. E. Renner como meia direita ponta de lança. Com extrema habilidade, o craque se adaptava em todas asContinuar lendo “Carlos Augusto Homrich, o Carlitos”

Trabalho reconhecido

16 de dezembro de 1956 foi um dos dias mais felizes da curta trajetória do G. E. Renner. Após conquistar o campeonato de juvenis pela manhã, o time dos industriários conquistou também o campeonato de aspirantes no início da tarde. As duas conquistas alçaram o clube do 4º distrito a um outro patamar no cenárioContinuar lendo “Trabalho reconhecido”

Novidade rennista

Os campeonatos que o G. E. Renner disputava estavam absolutamente acirrados quando a diretoria do clube decidiu investir em um novo espaço para concentração. A intenção era que o clube disponibilizasse aos jogadores uma sede própria e adequada para hospedar atletas. Afinal, belicosos confrontos se alinhavam no horizonte rennista e estar devidamente preparado era fundamentalContinuar lendo “Novidade rennista”

O colecionador de títulos

A habilidade com a perna direita e a visão de jogo, considerada genial, foram os aspectos que levaram Ênio Andrade a ser considerado um dos maiores destaques da história do G. E. Renner. Na bola parada, em pênaltis, faltas ou escanteios, o gol era quase certo. Ênio colocava a bola aonde ele queria. Com tamanhaContinuar lendo “O colecionador de títulos”