Craques dos gramados

“Em cada torcedor há sempre um grande desejo de saber de onde vieram os seus ídolos ou os craques de outros Estados, como surgiram, que caminhos percorreram, no vasto mundo esportivo do Brasil até chegarem à sua atual situação, e um não menor desejo de tê-los diante dos olhos com as cores do clube aContinuar lendo “Craques dos gramados”

Incerteza e destino

Mário Azevedo era o Presidente do G. E. Renner quando o clube foi extinto, em 12 de março de 1959. Dias depois, ainda acometido pela emoção, Mário concedeu uma entrevista ao jornal Folha Esportiva, evidenciando todas as suas tristezas e incertezas. Entre outras declarações, o Presidente assim se manifestou: “Estou desiludido. Tanto trabalho, tanto esforço,Continuar lendo “Incerteza e destino”

Ídolos do futebol

“Ídolos do futebol brasileiro” foi um álbum lançado pela Casa Editora Vecchi em 1956. Nessa coleção, além dos atletas do G. E. Renner, também estavam presentes craques como Gilmar (Corinthians), Nilton Santos (Botafogo), Garrincha (Botafogo), Djalma Santos (Portuguesa), Jair Rosa Pinto (Palmeiras) e Ademir de Menezes (Vasco). Nesse álbum, a figurinha de cada jogador eraContinuar lendo “Ídolos do futebol”

Tríplice vitória

O dia 24 de agosto de 1958 foi um dos mais felizes da curta trajetória do time dos industriários. Pela manhã, o time juvenil do G. E. Renner derrotou o esquadrão juvenil do Internacional em pleno Estádio dos Eucaliptos. A vitória por 2 a 1, em pleno gramado adversário, animou os esquadrões de aspirantes eContinuar lendo “Tríplice vitória”

O Botafogo anulado

Em uma fria noite de 29 de abril de 1958, a equipe do G. E. Renner foi ao Estádio dos Eucaliptos enfrentar o time do Botafogo (RJ). A partida fazia parte do Festival Colorado de Futebol, torneio organizado para comemorar o aniversário de 49 anos do Internacional. Mesmo sendo um confronto festivo, Selviro Rodrigues preparouContinuar lendo “O Botafogo anulado”

Trabalho reconhecido

16 de dezembro de 1956 foi um dos dias mais felizes da curta trajetória do G. E. Renner. Após conquistar o campeonato de juvenis pela manhã, o time dos industriários conquistou também o campeonato de aspirantes no início da tarde. As duas conquistas alçaram o clube do 4º distrito a um outro patamar no cenárioContinuar lendo “Trabalho reconhecido”

Ataque fantástico

O ataque da equipe do G. E. Renner era um dos grandes diferenciais da equipe. Com preparação física e treinamento tático apurados, os resultados em campo refletiam o entrosamento que existia entre os jogadores. Foram seguidas temporadas com praticamente o mesmo plantel. E, não por acaso, foram os anos dourados do time dos industriários. AContinuar lendo “Ataque fantástico”

A máquina

O ano de 1953 foi um dos mais espetaculares da história do G. E. Renner. Os atletas estavam no auge de sua forma física e o desempenho técnico dos jogadores em campo era exemplar. Os três vice-campeonatos conquistados pelos seus esquadrões, nas categorias em que participou do campeonato citadino (juvenis, aspirantes e profissionais), foram aContinuar lendo “A máquina”

Paulistinha

Carlos Bermudez Guedes, o Paulistinha, por incrível que pareça, não nasceu em São Paulo. Paulistinha nasceu em Florianópolis em 23 de novembro de 1931, mesmo dia, mês e ano em que nasceu o lendário goleiro Valdir de Morais. Por obra do destino, tanto Paulistinha, quanto Valdir de Morais e Breno Mello, três dos maiores craquesContinuar lendo “Paulistinha”

Suspense nos Eucaliptos

A penúltima partida do campeonato citadino de Porto Alegre de 1952 tinha ares de decisão para as equipes do G. E. Renner e do S. C. Internacional. Apenas um ponto separava os times na tabela de classificação. A vantagem era do esquadrão colorado, que poderia conquistar o campeonato caso vencesse o time dos industriários naquelaContinuar lendo “Suspense nos Eucaliptos”