Memória e honra

Uma honra ter o projeto Renner Vive! lembrado mais uma vez na coluna ‘No Ataque’ do jornalista Diogo Olivier. A nota, publicada na edição de hoje do jornal Zero Hora, cita algumas das relíquias que compartilhamos por aqui. E lembra, também, que o Memorial Valdir Joaquim de Morais está prestes a ser inaugurado. Será umContinuar lendo “Memória e honra”

Reputação em cheque

O confronto entre Grêmio e Renner marcado para 23 de outubro de 1949 estava recheado de expectativa. A partida poderia confirmar a conquista do Campeonato Citadino pelo time do Grêmio, competição em que o time tricolor ainda tinha chances de conquistar de forma invicta. O entrevero começou quando a diretoria do Internacional, clube segundo colocadoContinuar lendo “Reputação em cheque”

Todos os olhares

No dia 24 de julho de 1949, Valdir de Morais, aos 17 anos, fez sua 4ª partida como goleiro da equipe profissional do G. E. Renner. O confronto era válido pelo campeonato citadino e o adversário era o esquadrão do Esporte Clube Cruzeiro. Como todo bom clássico, a partida mobilizou uma multidão de torcedores atéContinuar lendo “Todos os olhares”

Orfeu Negro

No dia da consciência negra, nossa reverência a Zumbi dos Palmares, Machado de Assis, Grande Otelo, Pixinguinha, Breno Mello e todos os negros que resistiram (e resistem) nesse mundo tão desigual. Que esse 20 de novembro, dia da morte de Zumbi, seja lembrado todos os dias. Por igualdade, inclusão e respeito.

A estreia de Valdir

Abílio dos Reis foi uma das maiores contratações da história do G. E. Renner. A experiência na várzea porto alegrense, e também o hábil olhar para reconhecer craques, fizeram com que o treinador alcançasse inúmeros sucessos em sua carreira como técnico de futebol. Entre seus maiores feitos, além das conquistas dos campeonatos citadinos de juvenisContinuar lendo “A estreia de Valdir”

Iluminados

Em 21 de abril de 1945 aconteceu a inauguração do primeiro reparo a que foi submetido o glorioso Estádio Tiradentes. A arena, inaugurada em 1935, estava lotada (10 mil pessoas) no final daquela tarde em que a grande novidade era o novíssimo sistema de iluminação do Waterloo. O público estava animado em função da reaberturaContinuar lendo “Iluminados”

A fábrica em festa

A conquista do campeonato amador de 1944 habilitou o G. E. Renner para a disputa do acesso à Divisão de Honra do ano seguinte. O triunfo, no entanto, não garantiu a vaga direta na competição em que participavam todos os grandes de Porto Alegre. Isso ocorria, pois, após a conquista do campeonato amador, era necessárioContinuar lendo “A fábrica em festa”

O comandante

Antônio de Araújo Bittencourt, o Gradim, foi o treinador mais vitorioso da história do Grêmio Esportivo Renner. Suas mais célebres conquistas foram o pentacampeonato amador da cidade de Porto Alegre (entre 1938 e 1942), o campeonato de acesso à Divisão de Honra em 1944 e o torneio extra de 1947, o qual correspondia ao primeiroContinuar lendo “O comandante”

A marca é Renner

Foi a primeira diretoria do time dos industriários que batizou a agremiação de Grêmio Sportivo dos Empregados da Firma A. J. Renner & Cia. O nome escolhido para o clube, em 27 de julho de 1931, pelo então Presidente Victor Gottschald e pelos demais fundadores, refletia a união operária em torno de um objetivo comum:Continuar lendo “A marca é Renner”

Inauguração é festa

O primeiro campo utilizado pelos funcionários da A. J. Renner & Cia ficava ao lado de um dos pavilhões da indústria de fiação e tecelagem. Esse terreno, no entanto, perdeu prestígio quando o clube inaugurou o Estádio Tiradentes em 15 de novembro de 1935. As festividades de inauguração do estádio localizado na esquina da Av.Continuar lendo “Inauguração é festa”