Bar do Lico: território rennista

O Memorial Valdir Joaquim de Morais foi no idealizado durante os encontros rennista o s, os quais rotineiramente ocorrem no dia 27 de julho, dia do aniversário de fundação do G. E. Renner. Tais confraternizações acontecem quase sempre no Bar do Lico – Confraria & Butikin, espaço idealizado pelo Prof. Macchi para encontrar amigos e familiares e, também, para reunir no km referências e lembranças do time dos industriários.

Inúmeros eventos já aconteceram nesse lendário bar, que tem cara de memorial. As gravações para a RBSTV e para o SporTV, assim como as entrevistas para diversos veículos de imprensa, sempre foram realizadas ali. O pano de fundo é rico e diverso, e a atmosfera é perfeita para o registro de imagens. Além disso, o Bar do Lico possui a distinção de ter recebido inúmeras celebridades vinculadas ao G. E. Renner, o que deixa o espaço ainda mais carregado de história e memória.

Entre as estrelas rennistas que já marcaram presença no consagrado botequim, estão o médico do time, Dr. Arnaldo da Costa Filho, e os ex-jogadores Valdir de Morais, Orlando Romagna, Paulistinha, Aristheu Penalvo, Carlitos, Breno Mello, Juarez Lemos, Ivo Costa, Joeci, Raul Kinnemann, Luiz Luz, Osquinha, Ivo Comassetto, Sérgio Bechelli, Guaraci e Humberto Ruga, além de Fernando Renner, neto de A. J. Renner, o empresário dono da indústria onde o time foi fundado, em 1931.

O Bar do Lico também já teve a honra de receber diversos profissionais da imprensa: Diogo Olivier, Ernani Campelo, Eudes Júnior, Karine Alves, Kelly Dias, Manoel Dias, Matheus Chaparini, Ricardo Worttmann e Tino Marcos foram alguns dos ilustres jornalistas que já estiveram por lá. O cineasta Alexandre Derlam, diretor do filme-documentário “Papão de 54”, é outra figurinha que não perde os encontros rennistas. A trajetória do Renner encanta a todos, e o Bar do Lico é o cenário perfeito para celebrar essa paixão imortal.

Publicado por rennervive

Uma página dedicada ao Grêmio Esportivo Renner (1931-1959)

4 comentários em “Bar do Lico: território rennista

  1. Meu avô jogou no Renner até 1953, quando teve um AVC e abandonou o futebol. O avô da minha esposa era o Polaco, ponta-esquerda e que também jogou até 1953. Eles jogaram juntos, pelo que consta nos relatos familiares e gostaria de verificar as fotos da época para confirmar esta história.

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